segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Material Neuroanatomofisiologia - Simulado 2

Bom dia, pessoal.

O material de revisão hoje guia vocês no estudo para o Simulado 2.

Lembrem-se que, as avaliação são cumulativas, ou seja, o conteúdo que caiu na anterior, também cai nessa e na próxima. Acrescido dos conteúdos estudados após o Simulado 1.

Resumindo? Estudem tudo, rs.

O questionário de revisão já está disponível no sistema, como Revisão SM2, assim como o arquivo de cada aula. Complementando com o material do blog, é 10.00 na certa!

Começando bemmmm do comecinho, a matéria chamada "Prazer, Neuroanatomofisiologia", que aborda os conteúdos iniciais para a construção do conhecimento de Neurociência, desde uma breve descrição dos componentes e principais características do Sistema Nervoso (SN).

segunda-feira, 20 de outubro de 2025

Neuroanatomia do Cérebro

Boa noite, pessoal!

Finalmente, saiu a matéria sobre Neuroanatomia do Cérebro, a última que faltava!


Já exploramos uma boa parte do Sistema Nervoso, e começamos pela Medula Espinhal.e seus pares de nervos espinhais, onde entendemos o conceito de nervos mistos, aqueles que possuem fibras sensitivas, que levam as informações de um dos nossos principais sentidos, o Tato, para serem interpretadas pelo cérebro, assim sentimos o toque! E também possuem as fibras motoras, que enviam as informações derivadas do córtex motor para os nossos músculos estriados esqueléticos, responsáveis pelos nossos movimentos voluntários, como os que estou fazendo agora, com mãos e dedos, para escrever esse texto para vocês!

Da medula espinhal, subimos para as estruturas encefálicas, aquelas que são protegidas pélo nosso crânio, e começamos o estudo aqui pelo Tronco encefálico e seus três componentes, Bulbo (com suas funções vitais e não vitais), Ponte (com sua relação com a respiração mas também com o cerebelo, sendo a fonte de comunicação do cerebelo com o restante do sistema nervoso) e Mesencéfalo (com sua relação com a visão e audição, mas que focamos a discussão na substância negra e sua relação com a doença de Parkinson).

Por último, estudamos o Cerebelo e toda sua relação com a motricidade, seja na formação dos movimentos voluntários, onde atua no desenho deles junto ao córtex motor, e depois na execução junto com a medula espinhal. Vimos também seu papel na formação das memórias motoras, onde a repetição e aperfeiçoamento de movimentos gera um tipo de memória que é difícil de registrar, mas também muito difícil de se esquecer (lembra da história que depois que você aprende, você nunca mais esquece como se anda de bicicleta?) e finalizamos com sua relação com o equilíbrio (papel que atua junto com o labirinto do ouvido) e com a coordenação motora).

Agora chegou a hora dele, o cérebro humano!!!!

Na primeira aula, mostrei uma divisão do cérebro em Lobos, que divide ele em quatro porções: Lobo Frontal, Lobo Parietal, Lobo Temporal e Lobo Occipital! Uma divisão muito utilizada na anatomia, que vocês podem conferir abaixo:


segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Química da Mente: o que um exame de sangue pode nos contar sobre a saúde mental

Boa tarde, pessoal!

Essa matéria da início a uma nova série aqui no blog, que também estará disponível no instagran (@plantando_ciencia) e no youtube (vou postar os vídeos aqui também). Uma série que fala sobre a Química da mente, mais especificamente como fatores, como alguns nutricionais, que podem ser dosados em simples exames de sangue, nos contam e muito sobre a nossa saúde mental.


Quando pensei na palestra, que na minha opinião é de suma importância para os cursos da saúde, mas em especial para a Psicologia, não imaginei que gostaria tanto do tema. Sério, é sensacional, e mostra claramente como nossa saúde mental é afetada pelos nossos hábitos e nossa rotina diária, em especial a alimentar e a de sono.

Cada dia que passa, a cada novo estudo apresentado na comunidade científica, fica mais e mais claro que a dicotomia corpo e mente não existe. Sim, são coisas distintas, mas como brinco com meus alunos: o que está dentro do nosso crânio, o encéfalo, controla todo o corpo. Enquanto o corpo, com seus preciosos e magníficos órgãos, é o responsável por abastecer  e limpar todo nosso sistema nervoso, e, em especial, nosso cérebro, que demanda uma energia danada (pesquisas mostram que ele consome cerca de 20% da nossa energia diária).

Mas vamos lá, entender melhor como podemos utilizar as Análises clínicas para obter informações sobre a saúde mental (e já aproveitando, check ups, pelo menos uma vez ao ano, são fundamentais para avaliar como está nosso organismo e, também, descobrir doenças ou alterações que podem levar a elas logo no início, o que melhora drasticamente o prognóstico),

Para começar a reflexão, lanço duas perguntas para já começar a fazer a cabeça de vocês ferver, rs:
1 - Como posso utilizar as análises clínicas (através do sangue) para procurar ou entender sintomas relacionados à saúde mental? Será que são parâmetros fáceis de se analisar?
2 - Por que um psicólogo deveria conhecer a biologia do seu paciente logo no início do processo terapêutico? Como isso poderia impactar o andamento desse tratamento?

Ao final das matérias dessa nova série, vocês serão capazes de responder essas perguntas (eu espero, rs).

Um exemplo para finalizar a introdução desse material:
Paciente TTSD, 59 anos, começou apresentar déficits de memória e confusão mental, sintomas nunca percebidos antes, nem pela família, nem pela paciente. O quadro parecia bastante com um início de Alzheimer.
Ao consultar o neuro, o mesmo pediu exames de imagem para verificar com precisão e também diversos exames de sangue, para fazer uma análise geral da paciente.
Ao saírem os resultados, observou-se que não existia qualquer indício de doença neurológica iminente (foi investigado principalmente devido a casos de doenças neurodegenerativas na família), porém, quando fizeram uma análise mais minuciosa do sangue da paciente, descobriram valores extremamente baixos de Vitamina B12.
E, para nossa surpresa na época, deficiência de vitamina B12 pode causar confusão mental, déficit cognitivo, problemas de atenção e memória, basicamente todos os sintomas apresentados.
Feita a reposição de Vitamina B12, o quadro da paciente apresentou uma melhora expressiva até o completo sumiço dos sintomas!

Uma vitamina, um enorme transtorno!

Analisando de outra forma, tudo isso foi feito rapidamente devido a um plano de saúde. Pensando no SUS, investigar primeiro os parâmetros sanguíneos torna o processo mais barato e mais rápido, e, caso o sangue não mostre alterações, ai partiríamos para o diagnóstico de imagem. Imagina o tamanho da economia quando inúmeros, provavelmente milhares de pacientes conseguirem um diagnóstico e, consequentemente, o devido tratamento, apenas com um exame de sangue!

É o tipo de conhecimento e possíveis políticas públicas onde todo mundo ganha.

Mas, por hoje é só pessoal!
Boas reflexões e até logo!!!

sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Memória Interoceptiva: já ouviu falar?

Memória Interoceptiva

A memória interoceptiva refere-se à capacidade de se formar memórias sobre informações relacionadas às sensações internas do corpo, tais como batimentos cardíacos, ritmos respiratórios, fome, saciedade, temperatura corporal, dor e desconforto físico, por exemplo.

Está intimamente relacionada à interocepção, que é o processamento contínuo dos sinais fisiológicos internos para manutenção da homeostase.

Esse tipo de memória tem uma base adaptativa muito interessante, como, por exemplo, permitir que o organismo aprenda a reconhecer estados internos e associá-los a contextos externos, assim, guiando nossos comportamentos. Um exemplo extremamente simples: beber água quando estamos com sede, e um outro exemplo, um pouco mais complexo, evitar situações que antes geraram um mal estar físico, como um lugar, uma pessoa… É sensacional!

Está diretamente relacionada às sensações corporais apresentadas durante episódios com grande carga emocional, ou seja, aquelas experiências que nos fazem sentir muita coisa, sejam elas coisas boas ou ruins.

Deixa eu colocar de outra forma, para esquentar ainda mais nossa discussão e fazer vocês refletirem sobre os impactos desse tipo de memória. A memória interoceptiva apresentas algumas características principais, expostas em três tópicos abaixo:

  • Aprendizagem corporal: liga sinais viscerais a emoções e contextos, criando “mapas” do que o corpo sentiu em certas situações – já leu algum material do Damásio? Se sim, provavelmente viu a teoria dos marcadores somáticos.

  • Reconsolidação: essas memórias podem ser reforçadas ou atualizadas quando estímulos semelhantes reaparecem.

  • Valência emocional forte: geralmente associada a emoções intensas, como medo ou prazer, o que aumenta sua durabilidade. Se unirmos a valência com a reconsolidação, será que esse tipo de memória não está associada à construção de vícios?

Mas e no dia a dia, onde podemos ver esse tipo de memória tão diferentona do que pensamos quando falamos em memória?

  • Decisões automáticas: escolher alimentos, regular o ritmo de atividades ou evitar ambientes quentes são influenciados por memórias de como o corpo reagiu antes, ou seja, boa parte das nossas escolhas diárias, até as mais banais, são influenciadas e até mesmo, em alguns casos, decididas pelas nossas memórias interoceptivas.

  • Regulação emocional: reconhecer que a aceleração cardíaca pode ser apenas excitação, e não ameaça, depende de memória interoceptiva bem calibrada. Aqui, a consciência corporal vai influenciar bastante, pois, quanto mais você conhecer e entender sobre o funcionamento do seu corpo, mais vai conseguir entender sobre o significado das alterações fisiológicas em determinadas situações.

Para discutir esse ponto da regulação emocional, cabe um exemplo que já tinha ouvido em relato de pessoas que sofrem com o transtorno, mas estudando esse tipo de memória se tornou mais claro para mim sobre o que realmente acontece. A síndrome do pânico judia muito de quem sofre com ela, seja psicologicamente, seja fisicamente. No começo, nas primeiras crises ou até se chegar ao diagnóstico, a sensação e a descrição do medo de um infarto ou algum problema cardíaco é comum. E faz total sentido, visto que a crise nada mais é do que uma resposta de luta ou fuga exacerbadíssima, muito intensa. Após entender algumas características da crise, memórias interoceptivas são criadas, e é ai que fica mais interessante a discussão: a memória interoceptiva faz com que sensações físicas neutras (ex.: aceleração cardíaca por exercício ou café) sejam lembradas como sinais de perigo. Essa “marca corporal” cria algo que podemos chamar de hipersensibilidade interoceptiva, ou seja, a pessoa percebe variações fisiológicas sutis e as interpreta como prenúncio de nova crise (“vai acontecer de novo”). É um mecanismo de condicionamento clássico: o corpo aprende a associar taquicardia, tontura ou falta de ar ao episódio de pânico anterior.

Resumindo, nosso corpo aprende com as experiências. As mesmas experiências que formam nossas memórias declarativas, que constroem a nossa história e quem somos, também criam memórias interoceptivas, que vão nos ajudar a tomar decisões mais rápidas no dia a dia, repetir o que gerou prazer no nosso corpo (ponto interessantíssimo para discutirmos nas matérias sobre drogas que virão), a evitar situações onde foi gerado desconforto, medo e sensações ruins.

O tema é interessantíssimo, confesso que novo para mim, então vou continuar estudando e trazendo novidades.

O fato é, nosso cérebro é absurdamente incrível, neurociência é vida!

Se quiserem se aprofundar no tema, recomendo as seguintes referências:


Referências

  • Craig, A. D. (2002). How do you feel? Interoception: the sense of the physiological condition of the body. Nature Reviews Neuroscience, 3(8), 655–666.

  • Critchley, H. D., & Harrison, N. A. (2013). Visceral Influences on Brain and Behavior. Neuron, 77(4), 624–638.

  • Paulus, M. P., & Stein, M. B. (2010). Interoception in anxiety and depression. Brain Structure and Function, 214(5-6), 451–463.

  • Khalsa, S. S., et al. (2015). Interoception and Mental Health: A Roadmap. Biological Psychiatry: Cognitive Neuroscience and Neuroimaging, 3(6), 501–513.

  • Pollatos, O., et al. (2008). Reduced perception of bodily signals in anorexia nervosa. Eating Behaviors, 9(4), 381–388.

  • Damasio, A. (1996). O erro de Descartes: Emoção, razão e o cérebro humano. Companhia das Letras.

quinta-feira, 25 de setembro de 2025

Quais os próximos passos por aqui? Ou, o que esperar nas próximas semanas

 Quando olho o retrospecto do blog, percebo o quanto o ano de 2021 mudou muitas coisas na minha vida.

Perder meu pai, um dos pilares que sempre tive, mudou absolutamente tudo, e pouco a pouco foi alterando minha rotina, meus hábitos, minha escrita... É notável, pelo número de publicações dos anos seguintes, como fui pouco a pouco me distanciando das coisas que mais gostava de fazer.

Fui entendo, apesar de ainda estar digerindo, o quão complexo é o luto, e lidar com ele mexeu com tudo em minha vida, desde a forma de pensar, agir, no autocuidado e principalmente, nas escolhas financeiras, que foram totalmente duvidosas desse ponto para frente.

Quatro anos se passaram e, apesar de ainda não aceitar muito bem o fato, encontrei uma pessoa que conseguiu mexer profundamente comigo, principalmente com a forma de enxergar a vida. Por ter uma visão mais doce, mais bonita, e com muito mais fé na humanidade, consegui resgatar coisas que perdi nos últimos anos, coisas que agora voltaram a fazer sentido, como a escrita e o desenvolvimento do blog!

Engraçado, eu que, por muito tempo, fui fã do Hank do Californication, entendi como uma musa pode trazer de volta a mágica da escrita, da rotina, da vida de uma forma geral. O que nunca tinha acontecido antes, aconteceu igualzinho no Californication, encontrei minha musa inspiradora!

Agora, mais próximo do professor que um dia fui, estou voltando com planos que a muito ficaram esquecidos, em meio a poeira, banhados em tristeza. Não teria como esses dois não serem os primeiros a tomar uma forma mais interessante e, finalmente, sairem do forno:

- Neurociência das drogas: sim, teremos as ilícitas, que to pensando em começar com cocaína ou maconha, mas também vamos falar de álcool, cigarro, café... No fim, é tudo droga!

- E a neurociência vista através do sangue, uma relação muito interessante traçada entre saúde mental e análises clínicas: como o fato da vitamina B12 causar uma demência parecida com os sintomas iniciais do Alzheimer, sabia disso? E tem muitoooo mais. 

Essa nova fase promete muita coisa, e já começa com uma palestra na segunda-feira, dia 06.

Vem coisa boa por ai, acompanhem!!!


terça-feira, 16 de setembro de 2025

Neuroanatomofisiologia - Links de Neuroanatomia

Boa noite, pessoal.

Dentro da discussão da disciplina, montamos uma ideia inicial sobre os componentes do Sistema Nervoso (SN), tanto da porção Central (SNC) quanto da porção Periférica (SNP),


Mais do que entender quais os componentes de cada uma delas, e focar a discussão apenas em nomes e estruturas, exploramos a relação entre as duas porções, focando no conceito de como o sistema nervoso periférico, através dos cinco sentidos, abastece o cérebro com experiências e informações, que permitem que o mesmo se desenvolva através da neuroplasticidade e se torne cada vez mais incrível, rico em um arsenal de memórias que nos permite enfrentar com mais tranquilidade e menos sofrimento os BOs que vão aparecendo em nosso dia a dia.

Claro, isso se fornecermos bons conteúdos para eles, desde livros, filmes, séries, boas amizades, boas aulas (como as minhas, espero, rs). Assim, conseguimos aumentar atenção, foco, criatividade, e garantir que o mesmo trabalhe com todo o seu potencial, que, por sinal, é incrível e pode criar maravilhas!

Para quem perdeu a discussão inicial, recomendo que comece os estudos pelos dois links abaixo, na ordem apresentada:

https://plantandociencia.blogspot.com/2025/08/prazer-neuroanatomofisiologia.html

https://plantandociencia.blogspot.com/2025/09/neuroanatomofisiologia-segunda-etapa.html

Estudando os materiais disponíveis nos links apontados acima, você consegue construir uma base interessantíssima de neurociência, e da relação do cérebro com o meio ambiente e os demais componentes do SNC e do SNP, é incrível a forma como nosso Sistema Nervoso funciona.

A partir desse conhecimento inicial, nós começamos, em sala de aula, explorar a Neuroanatomia dos componentes do Sistema Nervoso, e, na ordem apresentada nos links, falamos de Medula Espinhal, Tronco Encefálico (a primeira estrutura encefálica estudada), falaremos em breve sobre Cerebelo e sua relação com a Motricidade, e depois seguiremos para o mais incrível dos componentes encefálicos, o Cérebro.

Agora, um pouco mais de Anatomia e nomes, do que de função, mas sempre tentando misturar o máximo dos dois, para a discussão fazer mais e mais sentido a cada aula. Construir uma base neuroanatômica da disciplina permite que o pessoal da Psicologia enxergue o corpo de uma forma que não enxerga em nenhuma outra disciplina do curso, uma visão mais biológica do todo, do organismo por completo, visualizando e buscando entender como o corpo influencia a mente, e como a mente influencia o corpo. A saúde precisa ser total, pois está muito claro, nos dias atuais, que uma pessoa sem saúde mental não consegue aproveitar da melhor forma sua saúde física, e o contrário também é verdade.

Precisamos sempre ter claro que, a dualidade antiga, onde corpo e mente eram vistos como duas entidades separadas morando na mesma pessoa, já caiu por terra a muito tempo. Obrigado ciência por isso! 

Já para a Fisioterapia, conhecer em detalhes os componentes do Sistema Nervoso, a relação entre Central e Periférico, e as funções que abordamos, além das relação e características dos nervos espinhais e cranianos, permite desenvolver o restante do curso com uma qualidade muito maior, embasando conhecimentos de técnicas mais avançadas com uma base teórica bem mais interessante e completa.

Resumindo, Neuro é vida, rs. 

E se pensarmos nas funções, essa frase acima se torna literal, rs.

Mas, bora para os links que vocês precisam estudar um a um os componentes, suas características e as principais funções:

https://plantandociencia.blogspot.com/2020/10/medula-espinal-neuroanatomia-20.html

https://plantandociencia.blogspot.com/2020/11/tronco-encefalico-20.html

https://plantandociencia.blogspot.com/2020/05/cerebelo-e-motricidade-20.html

Descobri agora que o material sobre cérebro ainda precisa ser desenvolvido, tentarei fazer isso antes da AV, prometo (tentar)!

A base de neuroanatomia vai garantir, além de uma boa nota na prova, o conhecimento chave para explorarmos as funções e a neuroplasticidade na segunda metade da disciplina! Por isso, ESTUDEM!