Plantando Ciência
Para o cérebro.
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
Bioquímica dos Carboidratos - I
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Enzimas e vitaminas: pequenas moléculas, grandes responsabilidades - parte 2
Olá, pessoal.
Bom dia!
Vamos começar a conversa
hoje com uma pergunta que eu tenho certeza que você já fez em algum momento: afinal,
para que servem as vitaminas?
Quando alguém fala em
vitamina, geralmente pensamos imediatamente em saúde.
“Vitamina faz bem.”
“Vitamina aumenta a
imunidade.”
“Estou cansado, talvez
esteja com falta de vitamina.”
Mas essas frases, apesar de populares, escondem uma pergunta muito mais interessante:
O que uma vitamina
realmente faz dentro do organismo?
E sabe a resposta?
Depende da vitamina,
porque as funções e relações com saúde física e mental são interessantíssimas e
bem variadas.
E talvez uma das formas
mais interessantes de compreender isso seja voltando ao que acabamos de
discutir.
Algumas vitaminas
participam direta ou indiretamente de processos metabólicos fundamentais. Algumas
dão origem a moléculas utilizadas como cofatores ou coenzimas.
Outras participam de
processos relacionados à visão, coagulação, absorção de cálcio, proteção
antioxidante, síntese de moléculas e funcionamento neurológico.
Ou seja: As vitaminas não
são simplesmente “boas para o corpo”.
São moléculas envolvidas
em processos específicos. Elas são indispensáveis para o bom funcionamento do
nosso corpo.
E, quando elas faltam,
determinadas partes dessa enorme rede bioquímica podem deixar de funcionar
adequadamente.
Duas grandes equipes: as que gostam de gordura e as que preferem água
Uma das classificações mais importantes divide as vitaminas em dois grupos: lipossolúveis e hidrossolúveis.
As vitaminas
lipossolúveis são absorvidas juntamente com os lipídios da alimentação e podem
ser armazenadas, principalmente no fígado e no tecido adiposo.
Aqui encontramos as
famosas vitaminas A, D, E e K.
Já as vitaminas
hidrossolúveis geralmente não são armazenadas da mesma forma e precisam ser
consumidas regularmente.
Nesse grupo estão: vitamina
C e vitaminas do complexo B.
E essa diferença já nos mostra uma coisa importante.
Não faz sentido pensar em
todas as vitaminas como se fossem iguais. Porque elas não são.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
O plástico chegou ao cérebro. O que isso pode significar para o desenvolvimento neurológico?
Boa noite, pessoal!
A décadas começamos um
processo de industrialização e mudança para as cidades que nos fez perceber um
detalhe importante: nós produzimos lixo para um caramba, mas com o tempo
percebemos que o buraco era bem mais em baixo, porque vimos que esse lixo volta
para nós, de formas catastróficas muitas vezes.
A bola da vez? Plástico!
Dá uma olhada a sua volta.
Aqui no hotel tem uma garrafa grande de água na mesa onde escrevo, uma embalagem,
o sabonete do hotel no banheiro, o que não é feito de plástico, ta embalado em
plástico, rs.
E a ciência está nos mostrando
uma coisa muito perigosa. Esse plástico vira micro e está invadindo nossos
corpos de maneiras as mais variada, e tem plástico até no nosso cérebro!
As
revisões mais recentes são bastante claras em um aspecto muito importante: há plausibilidade
biológica e evidências experimentais, mas ainda não existe evidência humana
suficiente para estabelecer causalidade entre exposição a micro/nanoplásticos e
TEA.
Primeiro veio o plástico. Depois, ele entrou no nosso corpo. Agora, a pergunta é: ele chegou ao cérebro?
Durante muito tempo,
microplásticos foram tratados principalmente como um problema ambiental.
Encontrávamos plástico nos oceanos, nos peixes, na água e no solo.
Mas a pergunta mudou.
Hoje, pesquisadores
investigam partículas plásticas em tecidos e fluidos humanos — e a literatura
recente discute evidências de sua presença inclusive no sistema nervoso
central.
Uma das grandes questões
atuais não é mais apenas “estamos expostos?”, mas “o que acontece quando
essa exposição encontra o cérebro?”
O problema talvez não
seja apenas quanto plástico produzimos. Talvez seja quanto dele o nosso
organismo suporta e consegue se adaptar a conviver.
E se formos mais fundo, o
que acontece quando esse microplástico encontra o cérebro e todo o sistema
nervoso em formação no desenvolvimento fetal e também no processo de
amadurecimento do cérebro na infância e adolescência.
Acabou de piorar, né?
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Como vai sua memória?
Boa noite, pessoal!
O projeto Plantando Ciência e UniSaúde, da Unifaj, entra na sua segunda semana, e essa semana vamos focar nossas reflexões na Memória.
Eu aposto que, em algum momento da última semana você chegou em um cômodo da casa e não lembrou o que ia buscar, ou abriu a geladeira e não fazia a menor ideia do que foi pegar ali. Talvez tenha "perdido" a chave dentro de casa.
Alguns provavelmente pensaram e até falaram para alguém: estou com problema de memória, ou, minha memória está ruim.
E para acalmar seu coração, e muito improvável que você tenha algum problema de memória, é bem mais provável que você só não tenha prestado atenção, ou está com a cabeça cheia de informações, as vezes cansado ou estressado, e ai o foco fica difícil de se manter, acontece!
Mas porque falei sobre atenção?
Imagina o seguinte cenário: ao longo do dia, nosso cérebro recebe milhares de informações através dos cinco sentidos. É só pensar: até o momento em que você está lendo esse conteúdo, quantas coisas já viu desde que está acordado? Quantos cheiros sentiu? Quantos sabores provou ao longo desse dia?
Imagina se o cérebro precisasse guardar todas essas informações, ele ficaria completamente sobrecarregado e sem energia, como se não sobrasse espaço para novas experiências serem registradas.
E isso não faria sentido nenhum.
Imagina ter uma máquina tão potente como o cérebro humano e não conseguir aproveitar toda sua capacidade cognitiva? Que tristeza biológica seria.
E qual foi a solução encontrada?
Nós transformamos em memórias de longo prazo, aquelas que duram as vezes para sempre, apenas as experiências que prestamos atenção e as que nos fizeram sentir emoções, que possuem carga emocional, seja boa ou ruim.
É como se o cérebro tivesse aprendido a grifar o que é importante ou não, economizando energia e espaço de armazenamento. E as canetas que grifam e sinalizam a importância da experiência são a atenção e o que sentimos em cada experiência.
Vai me falar que você nunca leu uma página inteira de um livro e, na última palavra, percebeu que não entendeu absolutamente nada do que tinha lido nos últimos parágrafos? Falta de atenção, lá vai você ler a página inteira de novo, rs.
Gosto de falar para os alunos que nossa atenção tem uma bateria, que gasta muito rápido quando estamos focados em algo, como no celular rolando as redes sociais.
Para recarregar e poder usar novamente nosso foco, precisamos dos minutos para o cafezinho, de um exercício físico, de um bom banho, de uma forma de deixar o cérebro divagar um pouco, assimilar as ideias e voltar com força total. A bateria acaba rápido, mas recarrega rápido também, mas o cérebro precisa de um pouco de paz para isso.
E claro, praia e cachoeira são ótimas formas de ter um pouco de paz e recarregar as energias, mas como nem sempre é possível, pequenos intervalos na rotina, de preferência sem o celular, já ajudam bastante.
Nossa memória é fantástica, e mais reflexões sobre sua beleza você pode encontrar aqui:
https://plantandociencia.blogspot.com/2022/07/memoria-algumas-reflexoes.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2023/09/a-beleza-da-memoria-humana.html
Existem alguma características fascinantes, como o fato da memória contar nossa história pessoal, uma vez que, ao refletir um pouco, percebemos que somos hoje o que temos guardado das experiências que passamos.
Além disso, a memória nos faz enxergar o mundo de acordo com as lentes que foram colocadas em nossa visão de acordo com cada experiência marcante, e é por isso que cada um de nós enxerga o mesmo mundo de forma tão diferente, que gostamos de músicas diferentes, de livros diferentes, de filmes diferentes...
Vale a pena dar uma olhada nesses materiais para refletir mais a respeito:
https://plantandociencia.blogspot.com/2021/04/memoria-reflexoes.html
Mas quais áreas estão relacionadas com a formação de memórias no nosso cérebro?
A principal recebe o nome de hipocampo, uma região que faz parte do famoso Sistema Límbico, relacionado às nossas emoções, comportamentos emocionais e formação de memórias.
O hipocampo, basicamente, guarda as experiências do dia para trabalhar em cima delas durante a noite, no sono. Daí a importância do sono para a formação das memórias e do nosso aprendizado.
As experiências que foram grifadas pela atenção ou pela carga emocional são transformadas em memórias de longo prazo e ficam espalhadas no nosso cérebro. Ou seja, o hipocampo ajuda a formar a memória de longo prazo, mas não armazena ela.
E aquelas experiências que não precisam ser guardadas? São apagadas, e posso comprovar com uma pergunta simples: você lembra o que comeu no almoço de terça passada? E de quem encontrou na sala de aula no primeiro dia de aula de Fisiologia?
Provavelmente não, porque isso não importa, não precisa ser registrado no cérebro.
Para finalizar essa primeira discussão sobre memória e as pílulas que irão surgir sobre o assunto, recomendo três leituras divertidas e ricas em conhecimento neurocientífico, além disso, tem uma dica de documentário espetacular para aprender assistindo:
https://plantandociencia.blogspot.com/2020/01/explicando-mente-memoria-parte-1.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2020/02/explicando-mente-memoria-parte-2.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2020/03/explicando-mente-memoria-parte-3.html
Por hoje é só, pessoal!
Boas reflexões e lembrem-se, você não tem problema de memória (provavelmente), só não está prestando muito a atenção.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Fisiologia, primeira parte
Bom dia, pessoal!
Encerramos hoje, em sala de aula, a primeira parte da disciplina de Fisiologia Humana.
Até o momento, trabalhamos bastante sobre as sinapses químicas e suas características e funções, sistema ósseo e sistema músculo esquelético, com o maior foco sendo dado ao processo da contração muscular.
Quando começamos o semestre, trouxe novamente para vocês o conceito de sinapses químicas, e mostrei como ela está por trás de basicamente tudo que fazemos ao longo do nosso dia, desde os cinco sentidos até os movimentos, passando por toda a base cognitiva do nosso cérebro.
Alguns materiais que valem a pena serem incluídos no estudo de vocês é:
https://plantandociencia.blogspot.com/2019/02/potenciais-de-acao.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2020/09/tecido-nervoso-i.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2021/03/tecido-nervoso-2-celulas-da-glia-e.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2019/03/sinapses-quimicas.html
Aha Bruno, mas o que devo focar desses materiais, pensando em prova? Sinapses químicas (mecanismo de ação), exemplo dos inibidores da recaptação de serotonina e o conceito de neuroplasticidade envolvido no transtorno depressivo antes e depois do fármaco, e o exemplo da toxina botulínica, que conecta os temas sinapse química e contração muscular.
Depois desse primeiro susto, falamos sobre tecido ósseo e algumas das suas principais características, desde a anatomia até a questão celular, onde estudamos osteoblastos, osteoclastos e a relação da saúde óssea e a osteoporose.
Aqui no blog, tem um resumo de sistema ósseo da Anatomia, que deixo aqui:
https://plantandociencia.blogspot.com/2016/12/introducao-ao-estudo-da-anatomia_20.html
Porém, lembrem-se do que falei em sala de aula. Esse material é uma revisão de anatomia, então, caso algo apareça na prova, é a relação entre a destruição controlada dos ossos causada pelos osteoclastos e a reconstrução que é papel dos osteoblastos.
Acrescentaria, a essa discussão, o papel da vitamina D e do cálcio na manutenção da saúde óssea, e a menopausa como fator de risco para as mulheres, principal grupo diagnosticado com a patologia.
Finalizando a parte óssea, entramos no sofrimento de verdade, rs. Brincadeira, entramos em contração muscular, e aqui temos uma gama de materiais um pouco maior, sendo que, esse assunto, é o principal dentre os primeiros estudados.
Vocês já sabem, nessa altura, que o principal significa o que vai aparecer com mais frequência na primeira prova, dentre os materiais citados! Fica a dica!
Alguns links que podem salvar nos estudos:
https://plantandociencia.blogspot.com/2019/04/juncao-neuromuscular.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2019/04/contracao-do-musculo-esqueletico.html
https://plantandociencia.blogspot.com/2026/08/fisiologia-da-contracao-muscular-2.html
Não se esqueçam que dividimos a fisiologia da contração em dois grandes momentos, um momento onde o movimento é gerado e desenhado no sistema nervoso central (SNC) e chega até a placa motora, com a liberação da acetilcolina. E um segundo momento, que ocorre quando a acetilcolina se liga aos receptores do músculo esquelético e dispara a contração do músculo esquelético.
A primeira parte, até a junção neuromuscular, vocês encontram aqui:
https://plantandociencia.blogspot.com/2020/05/cerebelo-e-motricidade-20.html
Agora, não tem segredo, é com vocês!
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Enzimas e vitaminas: pequenas moléculas, grandes responsabilidades - parte 1
Olá, pessoal!
Hoje vou começar nossa
discussão com uma pergunta bem simples:
O que está acontecendo
dentro do seu corpo agora?
Enquanto você lê este texto, está respirando sem precisar pensar sobre isso, coração batendo para que o oxigênio da respiração chegue a todos os cantos do seu corpo, inclusive, abastecendo seu cérebro de energia para permitir que você leia o material, rs.
E, enquanto tudo isso
acontece, existe uma coisa acontecendo em praticamente todos os lugares do seu
organismo: Reações químicas.
Muitas. Milhares delas.
O tempo todo moléculas
sendo quebradas, outras sendo construídas, energia sendo produzida e utilizada,
substâncias sendo transformadas.
A vida, em grande parte,
é química acontecendo.
Mas aqui aparece uma
pergunta ainda mais interessante:
Se as moléculas do nosso
organismo são capazes de reagir umas com as outras...
Por que elas não fazem
isso simplesmente sozinhas?
Não faria mais sentido se
elas não precisassem de ajuda para realizar essas reações? Por que precisamos
de algo para ajudar?
Para responder a essa
pergunta, precisamos falar sobre duas coisas que, à primeira vista, parecem
assuntos completamente diferentes:
enzimas e vitaminas.
Mas, no final, talvez
você perceba que elas estão muito mais conectadas do que imaginávamos.
E não só isso, na discussão
sobre vitaminas, vamos entender como a ciência vem mostrando a relação direta
entre falta e excesso de vitaminas e alguns nutrientes estão diretamente
relacionadas à saúde mental.
Na verdade, a vida não
pode esperar
Imagine que você acabou
de comer.
Os alimentos precisam ser
digeridos. Carboidratos precisam ser quebrados. Proteínas precisam ser
transformadas em aminoácidos. Lipídios precisam ser processados.
Parte dessas moléculas
será utilizada para produzir energia. Outra parte será utilizada para construir
novas estruturas.
Agora imagine que todas
essas reações até fossem possíveis...
Mas demorassem dias. Ou
semanas. Isso seria um enorme problema.
Porque a vida não
funciona apenas porque as reações químicas podem acontecer. Ela funciona porque
essas reações acontecem na hora certa, no lugar certo e na velocidade adequada.
E aqui é exatamente o
ponto onde entram as enzimas na nossa discussão.
Enzimas: os aceleradores da vida
As enzimas são
catalisadores biológicos.
Traduzindo para uma
linguagem menos assustadora: elas ajudam as reações químicas a acontecerem mais
rapidamente.
Como se fosse um turbo,
que acelera o acontecimento das coisas dentro do nosso organismo.
E isso é extremamente
importante.
Uma reação que poderia
acontecer lentamente pode ocorrer milhares ou milhões de vezes mais rapidamente
quando existe uma enzima participando do processo. Isso é vida, ágil, dinâmica,
rápida!
E existe outro detalhe
interessante.
A enzima não é
simplesmente “gasta” durante a reação, como se fosse um combustível.
Ela participa. Ajuda. Facilita
a transformação.
E pode participar
novamente. E novamente. E novamente...
Uma mesma enzima pode
catalisar várias reações semelhantes em um período relativamente curto. Por
isso, grande parte do nosso metabolismo depende delas. Mas não pense que uma
enzima é uma espécie de trabalhador genérico, capaz de fazer qualquer coisa.
As enzimas são
específicas.
Elas reconhecem
determinadas moléculas, chamadas de substratos, e participam de reações
específicas.
Aqui podemos parar e pensar em uma pergunta:
Se existem milhares de
moléculas circulando dentro de uma célula, como uma enzima “sabe” com qual
delas deve interagir?
A resposta está na sua
estrutura.
E, na maioria dos casos,
estamos falando de proteínas.
Proteínas com uma
estrutura tridimensional extremamente importante para o seu funcionamento. Mas
a palavra “maioria” é importante. Porque nem todas as moléculas capazes de
exercer atividade catalítica são proteínas.
Existem também moléculas
de RNA capazes de catalisar reações. Elas recebem o nome de ribozimas.
Ou seja:
Até uma molécula que
normalmente associamos ao armazenamento e à transmissão de informações pode, em
determinadas situações, participar ativamente da química da vida.
Fora toda a relação das
enzimas com o funcionamento e quebra dos fármacos em nosso organismo, ponto que
vamos analisar ali na frente, quando falarmos sobre as enzimas hepáticas AST E
ALT.
Mas, para continuarmos,
vamos fazer uma experiência bioquímica bem simples?
Vamos colocar uma batata
em água oxigenada?
Agora vamos sair um pouco
da teoria.
Imagine três copos.
No primeiro, colocamos
pedaços de batata crua.
No segundo, pedaços de
batata cozida.
No terceiro, apenas água.
Depois adicionamos água
oxigenada aos três.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.

