quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Seu cansaço não está passando? Mesmo depois de dormir?

Bom dia, pessoal!

Sabe aquela sensação de acordar cansado, mesmo depois de uma noite boa de sono?

Já acordou cansado? Ou melhor, mentalmente cansado?

Tipo aqueles dias em que, nas primeiras horas da manhã, você mal consegue organizar os pensamentos, o cérebro parece esgotado...

E ele está, coitado. 

E advinha quem está por trás desse cenário? 

O Estresse.

Estresse que vai se acumulando dia após dia, na correria da rotina, dos boletos, dos BOs surpresas que sempre aparecem, da alimentação atrapalhada e que mais judia que ajuda o corpo, das noites de sonos mal dormidas...

E, normalmente, o que fazemos?

Nada.

Consideramos normal, que faz parte da vida, e esquecemos que o estresse que se acumula precisa ser gasto, precisamos de válvulas de escape para que o cérebro se reinvente, descanse mesmo sem dormir, tire o foco do lado mais puxado e tenha momentos para ser ele mesmo, praticando o ócio criativo.

 


É uma reclamação comum, que com frequência aparece nas salas de aula, na roda de conversa com amigos, em alguns (poucos) ambientes que frequento na minha rotina. 

E tem aparecido com cada vez mais frequência.

Imagina um cenário maravilho, onde tiramos o estresse acumulado da sua vida e rotina. Sobrando só sua versão que faz as coisas, mas lida bem com tudo, não acumulando estresse.

Nesse cenário, seu sono está bem regulado, tanto em horas quanto em qualidade. Aqui, dentre os papéis essenciais do sono, gostaria de focar em alguns específicos:

 

- Descanso e limpeza do cérebro! Durante as fases mais profundas do sono e na fase do sono REM, o cérebro se reorganiza, se limpa, se prepara para o novo ciclo que começa ao despertar. Isso é essencial para manutenção da nossa saúde mental, para construção de memórias, para um maior nível de atenção e cognitivo, é o cérebro poder funcionar com seu potencial máximo.

- Além dessas alterações, o sono ainda diminui  o cortisol corporal, libera hormônios como o do crescimento (GH), diminui o tônus simpático (responsável pelo estado de alerta do nosso corpo e mente), dentre várias funções biológicos que auxiliam na nossa saúde física e mental.

 

Quando estamos sobre uma grande carga de estresse ou sobre os drásticos efeitos do estresse patológico crônico, acontecem algumas mudanças no nosso organismo que vão dificultando cada vez mais a qualidade do sono, minando a qualidade do descanso através dos altos níveis de cortisol e outras alterações neurobiológicas.

Para que vocês entendem de uma forma mais simples, estresse acumulado tende a aumentar a concentração do hormônio cortisol, pois o eixo hipotálamo-hipófise-suprarrenal está constantemente ativo. 

Dentre os efeitos conhecidos de um aumento crônico do cortisol, temos uma diminuição da força do sistema imune, tornando nosso corpo mais fraco e mais apto a ficar doente, disfunções cognitivas, declínio na formação de memórias e do aprendizado... 

E boa parte, se não tudo, conversa com os efeitos do estresse sobre o nosso sono, e porque o coitado do cérebro não consegue descansar, mesmo que você durma oito horas todas as noites.

Estresse alto, cortisol alto, sistema nervoso simpático (aquele da resposta de Luta ou Fuga) hiperativo. 

De dia, tudo isso vai afetar bastante sua rotina, seu humor, mas a noite meu amigo, os efeitos acabam custando mais caro, e muitas vezes de uma forma bem sutil.

Primeiro, existe um aumento do cortisol noturno, uma vez que, nessa fase de grande carga de estresse, o parassimpático não consegue tomar as rédeas nem mesmo durante a noite, e o simpático e toda a tensão que ele trás, continuam ativos durante seu sono. Assim, aumenta o gasto energético do corpo e do cérebro durante a noite. e tem mais, o cérebro ainda não consegue fazer a limpeza adequada, prejudicando a consolidação de memórias.

Se não bastasse, pesquisas mostram que essa "limpeza", basicamente uma faxina que acontece durante o sono, limpa do nosso cérebro a famosa beta-amiloide, que quando acumulada da início à inflamação e morte neuronal associadas à doença de Alzheimer. Tem pesquisas, inclusive, que mostram que uma noite mal dormida já aumentaria a probabilidade de desenvolver a doença, ou seja, ferrou, rs.

Ou seja, mesmo dormindo, o cérebro não consegue recarregar suas baterias. 

Além de essa combinação aumentar os episódios de despertar ao longo da noite, mesmo que seja micro, sem que a gente nem perceba, todas essas alterações em conjunto aumentam a inflamação ao longo de todo o nosso corpo. Algo como uma inflamação basal, pequena, porém corrosiva no longo prazo.

Juntando tudo isso, seu corpo pode até ter a sensação de estar descansado, mas seu cérebro não. Você fica esgotado nas primeiras horas do dia, atenção prejudicada, formação de memórias prejudicada, humor desequilibrado... 

Não adianta, precisamos enxergar o estresse acumulado como um formador de caos na nossa biologia, principalmente na neurobiologia. Por isso, encontrar válvulas de escape para o estresse: exercício físico que você se apaixone, pessoas ou locais que te fazem bem, atividades que geram prazer... é extremamente necessário em nossa rotina atual.

Até porque, se assim como eu, você não for herdeiro ou tenha alguém para te bancar, os níveis de estresse por conta dos BOs diários e da vida continuarão sendo altos, então, não adianta visualizarmos um mundo de plenitude e paz, mas sim encontrar formas para que o caos do dia a dia, não torne o nosso corpo e, consequentemente, a nossa mente, em um caos também.

Tenham momentos ou pratiquem atividades, coisas que você gosta, que dá aquela sensação de abraço mental, que faz bem para o corpo e para a saúde mental.

E antes de finalizarmos essa reflexão, é com o maior prazer que anuncio a parceria entre o Plantando Ciência e o Centro Universitário de Jaguariúna, a UNIFAJ.



segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Fisiologia da Contração Muscular 2

Bom dia, pessoal!

Semana passada conversamos sobre a contração muscular na aula de Fisiologia Humana.

Hoje, continuamos e encerramos o assunto, com a segunda parte da contração, uma parte que acontece depois da placa motora, ou seja, depois que o impulso nervoso que caminhou desde a medula espinhal até o músculo que vamos movimentar através dos nervos espinhais, saiu pela sinapse química através da acetilcolina e ativou o músculo estriado esquelético.

Mantendo a qualidade dos desenhos feitos ao vivo em sala de aula, na lousa, fiz um desenho para vocês lembrarem dessa primeira parte:

Desde o movimento ser construído em conjunto pelo cerebelo e pelo córtex motor, até o impulso nervoso caminhar no sistema nervoso periférico e conseguir acionar o músculo que queremos movimentar, muita coisa acontece. Mas muita coisa bem simples de entender, numa sequência lógica que construímos juntos em sala de aula.

Agora, quando o músculo ativa e começa realmente a parte fisiológica da contração muscular, cujos principais atores serão o retículo sarcoplasmático, o cálcio, a troponina, a actina, a miosina e claro, o ATP.

Vamos elaborar juntos um passo a passo para que tudo isso fique mais claro, mas recomendo, antes de tudo, estudarem esse material aqui:

https://plantandociencia.blogspot.com/2019/04/contracao-do-musculo-esqueletico.html

Bons estudos meu povo!

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

A água, o pH e o equilíbrio que você nunca percebeu que existia

Bom dia, pessoal!

Na nossa terceira aula de bioquímica básica vamos falar sobre água e toda sua relação com o funcionamento do nosso organismo, e como isso conversa com os dois próximos temas, pH e sistema tempão.

Vocês devem ter bebido água hoje, né?

Talvez um copo assim que acordaram, ou junto com o café da manhã.

Um gesto tão automático que ninguém para pra pensar nele.

Mas, se a gente for parar pra realmente entender o que está acontecendo, a água é, provavelmente, a molécula mais subestimada de todo o nosso organismo.

Cerca de 75% de você é água.

E não estou falando de "água parada", tipo um copo em cima da mesa. Estou falando de uma molécula extremamente ativa, que participa, literalmente, de todos os processos biológicos que discutimos até aqui na disciplina. Sem ela, nenhuma reação bioquímica acontece.

Mas vamos entender isso com mais detalhes, água e bioquímica são as bases da nossa biologia.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Papo de Consultório 3 - Transferência - Você está reagindo a mim ou a alguém do seu passado?

Olá, pessoal!

Bom dia.

Nos dois últimos #Papo de Consultório, falamos sobre dois conceitos muito trabalhados dentro da psicanálise: Sombra de Jung e projeção (Freud e Jung), que conectamos da seguinte forma: o que você não aceita em si (sombras) pode ser projetado no outro, gerando conflito, e outras questões importantes que podem atrapalhar relações.

Hoje, vamos falar de é um conceito extremamente famoso da psicanálise, mas que pode ser explicado de uma maneira muito contemporânea, a transferência.

Freud percebeu algo fundamental no consultório: o paciente não chega diante do terapeuta como se estivesse diante de uma pessoa completamente nova e neutra.

E, talvez, isso sirva para todas as nossas relações: amorosas, familiares, amizades, colegas de trabalho. Nós não começamos um contato com uma pessoa nova do zero, nós trazemos nossos medos, inseguranças, julgamentos, expectativas.

Nós colocamos, nessa nova relação, formas de vínculos que aprendemos e os modelos construídos ao longo da vida.

E isso cria uma pergunta maravilhosa:

Quando alguém reage exageradamente a uma pessoa, será que está reagindo apenas ao que aquela pessoa fez?

No Papo 2, nós vimos que:

Na projeção: "Existe algo meu que eu coloco em você."

Na transferência: "Existe algo que eu vivi antes e que passo a experimentar novamente na relação atual."

É uma diferença sutil, mas muito poderosa.

E que deve ser explorada em análise.

Olhando com o olhar da neurociência: o cérebro não começa cada relacionamento do zero.

Nós construímos modelos internos a partir das experiências anteriores. Experiências repetidas de cuidado, rejeição, abandono, crítica, imprevisibilidade, acolhimento, dentre outras, ajudam a formar expectativas sobre como os outros provavelmente irão se comportar.

Quando uma situação atual possui alguma semelhança com experiências anteriores, esses modelos podem influenciar a interpretação do presente.

E aqui entra conceitos da neurociência moderna, como a Memória Emocional.

Olhe para a memória emocional da seguinte maneira: nosso cérebro entende que as experiências que nos fazem sentir mais coisas, sejam boas ou ruins, devem ser registradas com mais detalhes. Tudo que marca nos relacionamentos anteriores tende a ser registrado e, no novo relacionamento, essas memórias podem ser resgatadas e gerar grande influência por conta de gatilhos.

Um perfume parecido, um comportamento semelhante, um hábito, uma música, qualquer coisa que marcou naquela época, tende a voltar. Seja bom ou ruim. Seja em um relacionamento amoroso ou não.

Essas memórias conversam com a Aprendizagem associativa, aquelas repetições de padrões e situações que vão condicionando nosso cérebro e influenciando nossas decisões ao longo da vida.

Cuidado, não estou dizendo que a neurociência "provou a transferência freudiana".

A neurociência não confirma literalmente a teoria freudiana da transferência, mas oferece mecanismos plausíveis para entendermos por que experiências passadas influenciam a maneira como interpretamos e reagimos às relações presentes. Vai falar que não achou que as duas conversam muito bem?

Mas vamos imaginar essa transferência acontecendo em um consultório, com um paciente:

“Imagine uma paciente fictícia, Marina.

Ela chega dizendo:

— Doutor, acho que você está ficando decepcionado comigo.

Você pergunta:

— O que fez você pensar isso?

Ela responde:

— Você ficou em silêncio quando eu terminei de falar.

Você explica que estava apenas pensando no que ela havia contado. Mas aquilo não parece suficiente para ela.

Nas sessões seguintes, qualquer pequena mudança na sua expressão, um atraso, uma pergunta mais direta ou até uma discordância começa a ser interpretada como:

"Você está bravo comigo."

"Você está cansado de me ouvir."

"Você acha que eu sou incompetente."

Até que, em determinado momento, aparece uma lembrança:

O pai de Marina era extremamente crítico.

Quando ela contava alguma coisa, ele frequentemente respondia com silêncio, expressão fechada ou frases como:

"Você nunca faz nada direito."

E aí aparece a pergunta:

Marina estava realmente enxergando o terapeuta?
Ou estava enxergando o terapeuta através da história que viveu com o pai?

Pesado, não? Mas um excelente ponto de reflexão e análise.

Vale dizer que a transferência não acontece apenas no consultório.

Por exemplo: A pessoa que recebe uma mensagem curta do namorado: "Precisamos conversar." E imediatamente pensa: "Ele vai terminar comigo."

Talvez o namorado simplesmente queira conversar. Mas o cérebro não recebe apenas aquelas palavras. Ele lembra de experiências anteriores, vídeos sobre relacionamentos, tudo que tiver armazenado e parecer relevante, tende a aparecer (mesmo que falhe algumas vezes, é um mecanismo de proteção psicológico).

E constrói uma interpretação.

Mas, apesar do exemplo didático, não custa você ser mais didático e claro nas mensagens, principalmente se souber que a pessoa que receberá a mensagem sofre com ansiedade, que isso possa servir como um gatilho para piorar o dia da pessoa. Se souber disso, não faça, pois você só está sendo cretino.

Quando o presente toca em uma memória emocional, a transferência pode acontecer – proteção, modo de operação, visões que foram construídas ao longo do tempo, com as experiências da vida.

E o cérebro começa a preparar a resposta antes mesmo de termos certeza do que está acontecendo.

Às vezes, não reagimos à pessoa que está diante de nós. Reagimos à história que o nosso cérebro aprendeu a contar quando encontra alguém parecido com ela.

Não adianta, terapia é vida. E só o autoconhecimento nos ajuda a lidar com nossas mazelas psicológicas e conseguirmos aproveitar a vida e nossas relações de uma forma mais intensa e prazerosa.

Boas reflexões!

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

A máquina do tempo cerebral

Olá, pessoal!

Boa tarde.

Ontem, escrevi sobre ócio criativo, aquele momento onde o cérebro está livre para viajar na maionese, funcionando basicamente como uma máquina do tempo, 

Quando não focamos em nada específico, damos uma desacelerada e o cérebro não, porém, ele consegue mudar o foco.

Sem entradas sensoriais, o cérebro pode explorar as funções mágicas de duas áreas sensacionais, o córtex pré-frontal e o hipocampo.

Isso se traduz, basicamente, em um cérebro criando a partir das memórias e conhecimentos prévios. Imaginando, inventando, encontrados soluções... o cérebro sendo ele mesmo, excelente para nossa saúde mental.

Para entender melhor, uma leitura:

https://plantandociencia.blogspot.com/2026/08/voce-pratica-o-ocio-criativo.html

Mas esse post é para o vídeo, que gravei hoje:



Boas reflexões!


terça-feira, 18 de agosto de 2026

Você pratica o ócio criativo?

Olá pessoal, boa tarde.

Já ouviu falar do ócio criativo? Tipo aquela lampadazinha que aparecia nos desenhos, quando algum personagem tinha uma idéia genial!

E gostaria de começar com uma frase impactante:

As vezes, para encontrar uma resposta, o cérebro precisa parar de procurá-la.



Como se ao pensar menos, ele se divertisse e criasse mais.

Uma das expressões que mais gosto, a respeito do assunto, é do Livro: Neurociências: descobrindo o sistema nervoso - do Beer. 

Quando discute sobre o assunto, falando sobre a Rede Neural de Modo Padrão (RNMP), ele compara o cérebro curtindo o ócio criativo a uma máquina do tempo, que utiliza as memórias e os conhecimentos do passado para imaginar cenários futuros, fantasiar, curtir. 

Algo como o cérebro sendo ele mesmo.

Mas vamos relacionar tudo isso? Assim conseguimos entender a neurociência por trás do ócio criativo, e porque ter momentos de não focar em nada, ao longo do seu dia, vai melhorar drasticamente sua imaginação, criatividade, atenção e não menos importante, sua produtividade.

Primeiro, quando você não está focado em nada, tipo aqueles momentos que estamos "viajando na maionese", como balançando numa rede. 

E sim, mexer no celular é estar focado em alguma coisa, eai seu cérebro não vai poder se divertir. 

Quando não focamos nenhum dos nossos cinco sentidos em uma atividade, duas regiões do nosso cérebro começam a trabalhar em conjunto: o córtex pré-frontal e o hipocampo, assim começa toda a mágica do processo. 

O hipocampo, trabalhando como porta de entrada, ou, mais didaticamente, como quem abre a gavetinha que ficam guardadas as memórias, fornecendo combustível preciosíssimo para o córtex pré-frontal criar cenários futuros, criar novas memórias de memórias, encontrar a resposta daquele problema que você tanto buscava. 

Na neurociência, isso se chama Rede Neural de Modo Padrão, um momento de viagem particular do nosso cérebro, curtindo suas magníficas habilidades para simplesmente imaginar e criar. 

Por isso, podemos chamar de Ócio, pelo relaxamento que tudo isso causa, basicamente um descanso para o cérebro e para o corpo, e criativo, porque livre para criar nosso cérebro não encontra barreiras, podendo usar e abusar de todo seu potencial.

Só vantagens!

Vamos de mais uma frase de impacto?

Quando você para, seu cérebro continua - o ócio criativo funciona como uma máquina do tempo cerebral.

Deixar a rede neural de modo padrão assumir o controle em determinados momentos é basicamente viajar mentalmente, ir para outros lugares, lembrar, imaginar, associar, se autoconhecer.

Enquanto tudo isso acontece, sua bateria cerebral recarrega rapidamente, e você volta a trabalhar com mais foco, produzindo mais. 

Não atoa, uma das técnicas mais conhecidas de estudo eficiente é a de Pomodoro. Que intercala 20-25 minutos de estudo focado com 5-10 minutos para um cafezinho, para o cérebro associar as informações do estudo e guardar melhor (pode usar o celular, mas só um pouquinho, viaje um pouco nos próximos minutos do intervalo). Assim, você carrega sua bateria de atenção e volta para mais 20-25 minutos de aprendizado de qualidade.

Lembre-se, suas memórias são seus conhecimentos, contam a sua história, mas também servem como um arsenal de informações a serem consultadas e misturadas para criar! Criar respostas, criar soluções, criar ideias que podem render muita grana, ou só viajar e aproveitar nossa maravilhosa cognição.

E olha que difícil, é só passar alguns minutos sem fazer nada, propositalmente. 

Novamente, zero desvantagens!

Como já escrevi aqui algumas vezes, caminhar e pensar funciona muito bem para organizar meus pensamentos, melhorar minha ansiedade, e facilitar minha volta ao trabalho em dias não tão produtivos. 

A ideia de fazer um exercício e ainda melhorar minha cognição me atrai bastante, acredito que faça sentido para muitos de vocês também.

Aliás, qualquer esporte vale, viu?

Academia e pedal, já testei muitas vezes e funcionam absurdamente bem também. Encontre o seu movimento, o seu esporte, e permita que seu cérebro te surpreenda com o que ele pode fazer quando se diverte.

Uma figura para resumirmos tudo isso:



Bons momentos de ócio criativo!

Até a próxima.