quarta-feira, 18 de março de 2026

Vamos falar sobre luto?

Boa noite, pessoal!

E sim, eu sei, luto é uma merda! Mas talvez, a merda mais didática que vivenciamos ao longo da nossa passagem por esse planeta maravilhoso, E além de adicionar uma dor inexplicável à nossa existência, nos faz refletir sobre o que estamos fazendo com nosso tempo! 

Como foram suas últimas semanas? Seus últimos meses que passaram? Você exerceu todo seu potencial e deu vida ao que só você pode fazer? Ou rolou a tela do celular, entupiu seu c* de álcool, psicofármacos ou drogas e apenas existiu?

Mas vamos por partes!

Desde que me lembro por gente, março sempre foi um mês legal, meu aniversário, aniversário da minha mãe, alguns bons carnavais em Pontal city. 

Mas, em 2021, a pandemia transformou março em um mês esquisito, triste eu diria. Sinto, ano após ano, minha ansiedade aumentar diariamente até seu ápice, no dia 18, vulgo hoje! Dia em que, em meio à bizarra pandemia de COVID, perdi minha maior referência masculina, meu pai.

E confesso que, de lá para cá, vi muita coisa da minha vida indo literalmente ladeira abaixo! Inclusive, escolhas estúpidas como comprar um restaurante confiando em quem estava vendendo. 

Analisando de uma forma mais fria, parece que em 5 anos, minha vida andou para trás, enquanto vi meus irmãos construindo famílias lindas e patrimônio. E sério, eles são muito fodas, tem mulheres fodas e filhos incríveis, basicamente entenderam o que meu pai tanto tentou ensinar ao longo de seus 60 e pouquíssimos anos. E sério, isso é sensacional, e mesmo que não saibam, hoje os dois são minhas principais referências masculinas.

Aproveitando a deixa, tem um outro jovem homem que admiro muito hoje em dia, principalmente pela coragem. O Henri, meu filho, que está fazendo faculdade em Miami, e enfiou a cara nesse sonho, sozinho! Sozinho, mas construído de forma majestosa pela educação fornecida pelos quatro avós, que assumiram todas as responsabilidades para que eu e a mãe dele pudéssemos seguir as carreiras e construir a vida que sonhávamos desde pequenos. Vocês são foda demais!

Mas você, leitor (que, esse mês, estamos com  uma média de mais de mil leitores por dia), deve estar se perguntando porque estou expondo tantas coisas da minha vida pessoal!

E, na verdade, o motivo é bem simples.
O luto é cruel, nos faz sangrar por dentro, levando das nossas vidas pilares que pareciam indestrutíveis. 
Mas ele também traz uma reflexão importantíssima e riquíssima: nosso tempo é finito, vai acabar, mais cedo ou mais tarde! E que porra estamos fazendo dele? 

Eu demorei a merda de 5 anos para entender isso! 5 anos, que se tivesse me mantido na terapia, sem desistir em diversos momentos de análises dolorosas, eu teria aprendido muito mais fácil!
E se tivesse entendido tudo mais rápido, poderia ter produzido muito mais e ajudado muito mais pessoas, e esse tempo não vai voltar! Ele foi embora!

Esse desabafo é um pedido para todos os homens que estão lendo esse texto! Vai para a porra da terapia, arrombado! 
É inacreditável que em 2026 nós ainda estamos discutindo violência contra mulher, feminicídio e vendo um merda como o calvo do campari sendo referência para um monte de homens completamente perdidos emocionalmente. 

Sério, quando você virou idiota o suficiente para achar que uma tatuagem de borboleta reflete algo sobre o caráter de uma mulher? Eu que sou lerdo emocionalmente nunca cai nessa, pelo amor de Deus.

E não mulheres, apesar de vocês serem muito mais inteligentes que nós homens, eu não estou isentando vocês da terapia, ta? Muitas de vocês também precisam, mesmo que, infelizmente, muitos casos sejam por culpa nossa, homens que não fazem terapia! Peço desculpas, nós estamos todos perdidos!

Mas vamos um pouco mais fundo. Vamos analisar as minhas merdas para evitar que isso se repita, para sermos melhores. 

Eu nunca fui uma pessoa de muitos amigos, sempre fui mais na minha, mais imaginativo, então sempre me senti meio descolado e sempre fui bem ruim para manter viva minhas amizades, mesmo com pessoas que sou fã e amo. 

Um adendo aqui: final de semana passado, fui no aniversário de um ano da Aurora, filha do meu primo que cresceu junto comigo, um dos melhores amigos que vou carregar por toda a vida. E se não bastasse o orgulho de ver ele e a esposa fazendo tudo aquilo, em uma festa incrível, ainda tive o prazer de passar a maior parte do tempo conversando com duas pessoas que todo mundo deveria conhecer, o Matheus e a Cris. Puta casal sensacional, e que, de longe, são dois dos seres mais evoluídos que conheço. Sério, são espetaculares e tenho um baita orgulho de ter eles como grandes amigos!

Mas o ponto aqui, analisando a minha história, é que sempre fui mais na minha, sempre meio desconectado. E não, não quer dizer que eu não conheça um mundo de pessoas. Eu conheço gente para um caralho, e trato todo mundo de uma forma espetacular, pois cresci meus vendo meus pais sendo queridos por onde passavam, pois sempre trataram todos, independente de qualquer coisa, de forma espetacular, com uma educação e carinho que os fizeram queridos por onde passaram. E meu pai era maestro em ser querido, nunca vi igual.

Mas, mesmo conhecendo milhares de pessoas, sempre tive pouquíssimos amigos próximos, e, depois de 2021, me senti ainda mais desconectado e perdido.
Mas o ponto aqui, é, que se tivesse seguido na terapia, resolvendo meus BOs psicológicos, teria sido homem o suficiente para dar o suporte necessário para a única pessoa que me fez sentir em casa em muito tempo, a Thalita. 

Porque, enquanto ela enfrentava o maior desafio da sua vida, eu, afundando em estresse e problemas relacionados ao restaurante, ainda gerei diversos outros problemas que ela não precisava. Ou seja, ao invés de ser a porra do homem que meus pais tentaram me ensinar a ser, mesmo observando meus irmãos, filho e amigos de infância sendo esse homem, meu baixíssimo desenvolvimento emocional fez com que eu conseguisse piorar a situação da única pessoa que me conectou com a realidade em muitos anos.

E sim, puta texto triste e de merda, em um dia que para mim é uma merda, o pior do ano. Mas que me permitiu, depois de 5 anos, vir aqui esfregar na cara de vocês (principalmente homens) que não dá mais para seguirmos sendo tóxicos, sendo os merdas que fomos por décadas. 

Terapia é vida! Porque nada, nunca, vai superar o que o autoconhecimento pode fazer por nós.
E não é bonito, ta? Dói, machuca, incomoda, porque vai mexer nas feridas que você esconde sendo um merda com sua mulher, enchendo o toba de droga, de álcool, ou do que quer que seja.
Apoiado em muletas para não enfrentar o que te machuca, o que não te permite viver o seu real potencial.

É foda, mas o luto é um dos maiores professores que temos na vida.
E se eu partir hoje, saiba que eu ainda sou um merda, mas um merda em reconstrução, um merda melhorado, eu diria. Cada dia menos tóxico, cada dia mais perto do homem que meu pai foi, e que meus irmãos e filho, e meus grandes amigos, já são!

Se cuide, se cure! 
Porque nós vamos todos morrer, não tem jeito! Mas curados, podemos aproveitar esse tempo fantástico que temos para ser úteis e deixar legados que irão ajudar as pessoas à nossa volta a serem cada vez melhores!

E para finalizar, a todos e, principalmente, a todas que machuquei ao longo dos meus 36, quase 37 anos (porque esse mês de merda ainda me deixa mais velho), espero que consigam me desculpar. Eu estava bem mais perdido e triste do que meu sorriso e simpatia demonstravam!

Vai para terapia, fdp!
O mundo está gritando por pessoas curadas!

Aha, antes de encerrar, talvez não tenha ficado claro no texto, mas, mãe. você é foda para caralho! Obrigado por tudo que foi e continua sendo para mim e para todos nós!

segunda-feira, 16 de março de 2026

Vídeos que valem nosso tempo - Neuroplasticidade

Olá, pessoal!
Boa noite.

Vamos entender um pouco mais sobre uma das coisas mais legais que nosso cérebro faz?

O vídeo de hoje é de uma neurocientista que estuda a Neuroplasticidade. Confesso que escrevi menos do que gostaria sobre o assunto, mas a última publicação a respeito tem algumas observações e um vídeo de menos de dois minutos que utilizo em sala de aula, diria que é perfeitamente didático.

Se quiser ver ele primeiro:

O vídeo de hoje é uma discussão mais rica, de uma cientista que estuda a neuroplasticidade na recuperação do cérebro e sistema nervoso. Com certeza, você já acompanhou ou ouviu falar sobre alguém que teve um AVC (hoje o mais correto é AVE - acidente vascular encefálico), perdeu parte dos movimentos e/ou sensibilidade, mas com o tempo recuperou essas funções, mesmo que não 100%.

Isso é um dos papéis da neuroplasticidade, que nada mais é que um nome dado à capacidade do cérebro de se remodelar, seja após uma lesão, seja através de novos estímulos. É um processo realmente fantástico.

Por muito tempo, acreditamos que o cérebro se desenvolvia e mudava até basicamente a adolescência, ou começo da vida adulta (hoje sabemos que o sistema nervoso completa sua formação por volta dos 21 anos de idade). Mas isso implicava em uma coisa: lesões pós essa idade seriam irremediáveis (e algumas realmente são) e a capacidade de aprendizado também ficaria limitado.

Neurociência avança diariamente nas últimas décadas e esfrega em nossas caras a verdade: o cérebro se molda por toda a vida, de acordo com o que fornecemos para ele. 

Ou seja, muito das suas habilidades cognitivas, sua capacidade de atenção hoje em dia, a capacidade de formação de memórias e de conseguir lembrar das coisas que aprender, além de sua saúde mental atual, é, em grande parte, responsabilidade sua!

Eu uso uma expressão bem esdruxula em sala de aula (sempre após obter o consentimento da sala, que normalmente já vem em meio a risadas), mas que ilustra muito bem esse nosso papel sobre o funcionamento atual dos nossos cérebros e suas funções e habilidades:

"Se oferecermos só conteúdo merd* para nosso cérebro (músicas ruins, excesso de redes sociais, pouca ou nenhuma leitura, diversas substâncias, pouco sono, alimentos ultra processados, sedentarismo...) ele vai se acostumar e funcionar como uma merd* - e isso significa que: estresse alto, atenção baixa, formação de memórias prejudicada, aumento dos níveis de ansiedade...
Porém, se criamos uma rotina e hábitos que vão contra o estresse diário (ou seja, a favor da nossa saúde mental), como: rotina de exercícios, leitura frequente, acompanhamento com psicólogo para autoconhecimento ou para resolver os BOs pendentes, alimentação com comida de verdade, dormir bem, dentre inúmeras outras coisas que você já sabe que faz bem pra saúde, seu cérebro vai funcionar de uma forma absurdamente melhor - mais criativo, mais atento, formando memórias com maior facilidade..."

Ou seja, boa parte da nossa saúde mental é responsabilidade exclusivamente nossa!

sexta-feira, 13 de março de 2026

Quando virou vício?

Olá, pessoal!
Boa noite.

Hoje trago uma reflexão complexa, que beira o tabu, sobre vício. 
Você já parou para pensar em, QUANDO, seu uso virou um vício?

Eu sei, ao ler vício, já aparece o uso de substâncias ilícitas ai na sua cabeça, né? Cocaína, maconha ou outra substância que, além de vício, lembra polícia.

E sim, a reflexão também engloba essas substâncias, mas está quilômetros de distância de ser apenas sobre elas.

Para você que, assim como eu, adora tomar um cafezinho, já passou a manhã inteira sem tomar nenhuma xícarazinha? E o dia inteiro? 
Prestou atenção nos sintomas corporais? Agitação, irritação, dor de cabeça, em alguns casos até náusea.  
Sabe o nome disso?
Abstinência.

Sim, você e seu cérebro são viciados em café.

Ou você, que ama um docinho, como um chocolate, já ficou sem? Já cortou tudo que contém açúcar bruscamente, de um dia para o outro? 
Reparou na mudança de humor? Nos sintomas físicos? 
Costumo brincar com meus alunos que, ao final do dia, a pessoa está com a pata armada, prontinha para dar uma patada em quem respirar perto dela.

Sim, vício em açúcar.

Mas nem só de substâncias vivem os vícios.
Em algum dos últimos dias, você saiu de casa sem seu celular? 
Fiz isso esses dias, para andar com os cachorros (cerca de 30 minutos de passeio), e deixei o celular carregando em casa. 
Eu perdi as contas de quantas vezes levei as mãos ao bolso para pegar o celular.

E aqui, vamos um pouco além. 
Se o celular não estava comigo, não teve vibração ou qualquer tipo de notificação. Ou seja, eu estava buscando ele, todas as vezes, para o mais absoluto nada, apenas de hábito, no automático.

Ou seja, vício!

Nos últimos tempos o vício em apostas, com a tenebrosa onda das Bets, nos mostrou o caos que pode se transformar a vida de uma pessoa por conta do vício. Se juntarmos o tigrinho nessa conta então, os números explodem, e o caos também.

Tanto que, o SUS, fez até um teleatendimento para quem está viciado nesse tipo de jogo, Olha o que acabei de retirar do google:

"O SUS oferece teleatendimento gratuito e sigiloso para o vício em apostas (jogos compulsivos) pelo aplicativo Meu SUS Digital. O serviço inclui autoteste, consultas por vídeo com equipe multiprofissional (psicólogos/psiquiatras) e direcionamento para a rede de saúde mental (CAPS/UBS). O programa é voltado a maiores de 18 anos, com suporte também a familiares"

Tem noção do tamanho do perigo e do problema?
E a pornografia? Que em adultos já é terrível, imagina o efeito quando ajuda a moldar os adolescentes!

Sem perceber, nós viciamos nosso corpo e nosso cérebro em diversas substâncias e hábitos, na esmagadora maioria das vezes, ruins.

E claro, o vício é complexo em qualquer uma de suas formas, podendo envolver fatores genéticos, ambientais, psicológicos... 

Acaba que, por trás da substância ou comportamento, normalmente existe uma construção complexa que envolve muitos fatores, de diversas áreas da vida da pessoa.
E, ao que parece, tanto pelas conversas, relatos de alunos e artigos científicos, o vício normalmente supre alguma falta, deixa mais escondido alguma coisa que não queremos lidar, como se fosse uma muleta para continuarmos caminhando, só que sem resolver os reais problemas por trás.

E sim, algumas substâncias e/ou alguns vícios podem trazer mais prejuízos, principalmente por seus efeitos colaterais. Mas de uma forma geral, todo vício traz prejuízo para a pessoa, inclusive, isso entra na classificação do vício em si. 

Talvez, o maior problema do vício, assim como qualquer outro hábito ruim, seja o longo prazo. O efeito crônico de más escolhas é maléfico para nosso corpo, para nossa saúde e para a nossa mente. Muitas coisas não nos mata rapidamente, mas vai nos corroendo, construindo problemas que, lá na frente, vão dificultar bastante os anos ou as décadas finais de nossas vidas.

E sim, a esmagadora maioria dos casos de vício não termina com alguém roubando as coisas de dentro de casa, indo morar na rua ou algo tão drástico quanto. Podem seguir esse caminho? Claro. Os exemplos são inúmeros.

Porém, a grande maioria é mais funcional, como os assustadores casos do vício funcional em cocaína, onde o usuário trabalha, estuda, tem vida social, mas sempre aditivado. Muitas vezes, nem quem mora na mesma casa percebe. Imagina a dor da pessoa em ter que levar uma vida dupla, mentindo para quem mais se ama.

A conclusão? Sempre reflita sobre seus hábitos, e pode ser com uma pergunta bem simples, como: 

"Consumindo isso, desse jeito, como estarei daqui a 20, 30 anos? O que estou construindo com isso?"

No final das contas, devemos buscar um terço final de vida, a famosa melhor idade, com autonomia, são. E isso só é possível com um corpo e uma mente saudáveis!

Reflitam e se cuidem!

 

 

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Documentário produzido por Anna Freud

Boa noite, pessoal!

Na reta final da minha formação em psicanálise, hoje terminei o módulo que apresentou e discutiu um pouco sobre as escolas da psicanálise e seus principais expoentes.

Claro que o módulo é uma análise superficial de cada autor, focando nas principais ideias e no geral sobre as teorias e conceitos de cada um, e muitos deles eu não conhecia.

Apesar da variação entre idades e outros pontos que influenciam na formação da personalidade, em todas as escolas fica claro que, a infância e a relação com os pais tem um papel gigantesco na nossa saúde mental em todas as etapas da vida. 

E, apesar de ser uma área que eu jamais me arriscaria, um dos nomes mais influentes na psicanálise infantil é o de Anna Freud, filha caçula do Freud.

O vídeo é um compilado de vídeos, algo como um documentário caseiro produzido por ela mesmo, vale a espiada:


Boas reflexões!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Entrevista Jung para a BBC - 1959

Bom dia, pessoal!

Me deparei com essa excelente entrevista do Jung para a BBC, onde o repórter faz diversas perguntas sobre a vida e as escolhas de Jung.

Ficou muito boa, porque dá para ver um pouco do Jung de verdade, não apenas das suas teorias (que eu, particularmente, acho bem interessantes), sua relação com Freud, sua visão sobre inconsciente e o papel do inconsciente coletivo.

Vale a pena:



Detalhe, ele termina com a seguinte frase:

"O homem não suporta uma vida sem sentido"

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Saúde Mental #1 - Natureza, hábitos e saúde mental - uma reflexão sobre nossa biologia

Boa noite, pessoal!

Começamos hoje um novo quadro que ficará fixo às segundas, o Saúde Mental.

Acho que todos já perceberam que estamos, TODOS, fodidos a nível de saúde mental. O que já vinha crescendo, ganhou níveis dramáticos com a pandemia de COVID. E aqui estamos, com o cérebro em pane.

Esse quadro sai às segundas para refletirmos logo no começo da semana e tentar ter uma semana um pouco mais leve, um pouco mais equilibrada, mesmo que o entorno esteja o puro suco do caos.

Em 2024, escrevi a primeira matéria sobre o tema, quando montando algumas aulas me deparei com materiais que falavam sobre a falta de natureza e o estresse crônico e seus efeitos em nosso corpo e saúde mental:

https://plantandociencia.blogspot.com/2024/02/relacao-entre-natureza-estresse-e-saude.html

Nela, eu trago uma reflexão sobre o acúmulo de estresse e das poucas válvulas de escape que acabamos utilizando em nossas rotinas. 

O resultado?

Ansiedade, depressão, atenção debilitada, memória debilitada... Um cérebro funcionando bem abaixo do seu potencial, e uma qualidade de vida também bem abaixo do ideal.

Conforme vou avançando em meus estudos dentro da psicanálise, muita coisa vem fazendo sentido, principalmente de conceitos e ideias que acreditava em ensinava em minhas aulas de neurociência.

Recentemente, me deparei com um conceito de Freud onde ele fala sobre a batalha que nossos desejos e pulsões acabam travando quando encontram a realidade, pois muitas das coisas não são viáveis ou éticas.