Boa tarde, pessoal!
Ontem abri o blog e me deparei com números nunca antes vistos por aqui:
Para o cérebro.
Boa tarde, pessoal!
Ontem abri o blog e me deparei com números nunca antes vistos por aqui:
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Por: Dr. Bruno Damião -
Neurociência e Psicanálise
Olá, pessoal!
No último Papo de
Consultório, conversamos sobre mecanismos de defesa: aquelas manobras
silenciosas que a mente monta para trocar um sofrimento grande por um incômodo
menor — negação, racionalização, projeção, e por aí vai.
E brinco com o por ai vai
porque nosso cérebro é extremamente criativo quando o assunto é se proteger.
Mas, hoje eu quero levar
vocês para um território em que nenhuma dessas defesas segura as pontas: o luto.
Existe uma frase que
escuto com frequência no consultório: "Doutor, já faz tempo, eu devia ter
superado."
E aqui vai a ideia de
hoje, simples e um pouco desconfortável: superar pode não ser o objetivo do
luto.
O que o cérebro faz
quando alguém que amamos morre não é defeito, não é fraqueza e definitivamente
não tem prazo de validade (eu sei, essa dói). É aprendizado.
Do tipo mais doloroso que
existe.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Plantando
Ciência — Prof. Dr. Bruno Damião | 12 de outubro de 2026
Olá, pessoal! Boa tarde.
Aproveitando o feriadão para retomar a série saúde
mental, e a discussão de hoje, apesar de crucial para entender o cenário da saúde
mental no Brasil, é um pouco desconfortável.
Desde 2017, somos considerados o país mais ansioso do
mundo. Mas um fato muito interessante para refletirmos antes de começar a
discussão é o seguinte: os números da saúde mental no Brasil não contam a
história de um povo "geneticamente frágil". Contam a história de um
jeito de viver.
Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o
país com a maior prevalência de transtornos de ansiedade do planeta: cerca de 9,3%
da população — mais de 18,6 milhões de brasileiros convivendo com o transtorno.
Na depressão, não estamos muito atrás: são 11,5
milhões de pessoas (5,8% da população), a maior prevalência da América Latina.
E, ao longo da vida, o Ministério da Saúde estima que
cerca de 15,5% dos brasileiros vão desenvolver depressão em algum momento.
Achou alto? O primeiro ano da pandemia aumentou em 25%
a prevalência global de ansiedade e depressão, segundo a OMS. E os dados mais
recentes mostram que o problema continua crescendo — e mudando de cara.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Bom
dia, pessoal!
No
Papo de Consultório 3 nós falamos sobre transferência, e podemos resumir com
dois exemplos que provavelmente já afetaram você: como o cérebro usa as
experiências do passado para prever como as pessoas vão se comportar com você,
e como às vezes você não reage a quem está na sua frente e suas atitudes, mas a
alguém que já não está mais na sua frente.
Hoje,
antes de avançarmos, quero puxar um fio que ficou solto desde o texto da
Projeção.
Lembra
quando eu disse que Freud descreveu a projeção como um dos mecanismos de
defesa do ego?
Pois
é.
A
projeção é um integrante, mas não é o único. E se a gente olhar o elenco
completo dessa lista, começa a fazer muito mais sentido agirmos de certas
formas sem entender nada do que está acontecendo.
Tipo aqueles pensamentos, comportamentos e respostas automáticas que damos e que, na esmagadora maioria, mais nos atrapalham do que nos protege!
Então
o tema de hoje engloba todos esses integrantes, que podemos chamar de: os mecanismos
de defesa.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Por Prof.
Dr. Bruno Damião | Plantando Ciência
Olá pessoal, boa noite!
Quando
foi a última vez que seu corpo acelerou sem pedir licença? O coração disparou
antes da reunião, o estômago apertou ao abrir o e-mail, a cabeça rodou o pior
cenário possível na noite anterior a um dia comum?
Se
você respondeu “ontem” ou, com honestidade, “hoje”, esse texto é para você. E
sim, quem está por trás disso é a Ansiedade.
Durante
muito tempo, a ansiedade foi tratada como uma inimiga, apenas enxergada com um
viés negativo, como se fosse má.
Espera,
deixa eu falar isso de uma forma mais clara: a mensagem que a gente recebe
todos os dias é que sentir ansiedade é defeito, é falha de fabricação, é algo a
ser eliminado, que precisa ser curado — de preferência rápido, com uma
respiração funda e um “para de pensar nisso”.
Ou,
num cenário até mais comum que a respiração, através de psicofármacos, que sem terapia
servirão apenas como muletas para mascarar as sensações.
Só
que, conforme avançamos em conhecimento dentro da belíssima neurociência, mais
claro fica uma coisa magnífica: a ansiedade é um mecanismo de defesa, quem tá
por trás da ansiedade é um sistema clássico do nosso cérebro, a resposta de
medo. Um dos sistemas mais antigos, mais eficientes e mais bem conservados que
existem no cérebro humano.
E
pense como isso é fantástico e nos explica como uma resposta pode ser, até
hoje, tão importante para nosso cérebro e comportamento: ela existe porque, por
centena de milhares de anos, quem não sentia nada na frente do perigo não
chegava para contar a história.
Ou
seja, medo e ansiedade são bases da sobrevivência da nossa espécie, e algo
dessa magnitude, é interpretada, ainda hoje, como uma resposta que merece espaço
e atenção.
Somando
o quão gigante é a resposta para nossa biologia, e a rotina moderna atual, rica
em boletos e leões que precisamos enfrentar todo santo dia, pronto: temos,
talvez, o terreno mais fértil da história para o desenvolvimento de transtornos
de ansiedade!
Bonito,
né?
E
podemos concluir de uma maneira diferente: O problema não é o alarme. O
problema é a calibragem.
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.
Boa tarde, pessoal!
Será que conseguimos resumir todos os principais aspectos e características bioquímicas dos lipídios em um infográfico bem visual e fácil para utilizar como resumo nos estudos?
Claro que conseguimos, rs.
Segue o infográfico de lipídios, dentro da disciplina de Bioquímica Básica:
Oi, prazer! Sou o Dr. Bruno Damião, apaixonado pelo cérebro humano e todas as suas habilidades e mazelas.